CINCO E MEIA DA MANHÃ XXV
Hoje senti o aperto pela primeira vez. E o verter das lágrimas.
O desprezo foi óbvio.
E a minha tristeza inerente foi suficiente para sentir um abalo.
Mas esse não foi, de todo, o problema.
Sou capaz de lidar com o sentimento.
O que me afectou foi não perceber o que provocou aquilo.
Sentir que não estavas comigo, estavas lá só por ti, e não conseguir entender porque isso aconteceu.
Custou mesmo muito.
E a fria despedida.
É difícil digerir aquele teu olhar de indiferença.
Mas já são quase 5 e meia da manhã.
Estou quase a renascer e a atingir o meu momento de felicidade.
E é isso que me vai valer no dia de hoje.
Isso, e a certeza de continuar apaixonado.
Dorme bem, princesa.
O desprezo foi óbvio.
E a minha tristeza inerente foi suficiente para sentir um abalo.
Mas esse não foi, de todo, o problema.
Sou capaz de lidar com o sentimento.
O que me afectou foi não perceber o que provocou aquilo.
Sentir que não estavas comigo, estavas lá só por ti, e não conseguir entender porque isso aconteceu.
Custou mesmo muito.
E a fria despedida.
É difícil digerir aquele teu olhar de indiferença.
Mas já são quase 5 e meia da manhã.
Estou quase a renascer e a atingir o meu momento de felicidade.
E é isso que me vai valer no dia de hoje.
Isso, e a certeza de continuar apaixonado.
Dorme bem, princesa.
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